terça-feira, 15 de abril de 2014

Por que as mulheres traem nos relacionamentos




Infidelidade e casos extra conjugais por Mulheres

Os homens não são os únicos que traem suas parceiras. Estes dias mais e mais mulheres sejam consideradas culpadas de fraude. A infidelidade nos relacionamentos está aumentando dia a dia. Todos os dias lemos nos jornais sobre vários crimes que resultaram de tais relações. Recentemente aconteceu de eu ver uma revista chamada 'Crime e Detective ", que tinha uma conta detalhada de tais casos em que a mulher tinha caso com o sogro, filho, vizinho, amigo maridos e assim por diante. Com o aumento da infidelidade viver em relacionamentos e extra assuntos conjugais é um assunto desafiador para os líderes religiosos,hoje em dia casamentos  não parece significar quase tanto como eram valorizados   no passado. Quais podem ser as razões pelas quais uma mulher recorre a tal ato? Depois de algumas análises sobre o assunto que eu vim com algumas razões pelas quais uma mulher pode trair seu parceiro ou marido.

As mulheres são criaturas emocionais. Se as principais razões para os homens que traem são físicos, as razões para as mulheres que se entregam de tal ato são principalmente emocional. Algumas destas razões são a solidão, a vingança, o tédio e a auto-estima.

9 razões por que as mulheres traem seus homens

Dada a seguir são nove razões que podem levar uma mulher a trair seu homem.

Relacionamento Insatisfatório : Há mulheres que se envolvem em relacionamentos extraconjugais puramente para o sexo. Maioria das mulheres que traem seus parceiros são aqueles que estão envolvidos em relacionamentos insatisfatórios ou sem sexo. Quando ela vê que seu parceiro é incapaz de satisfazê-la na cama ou cumprir seus caprichos e fantasias Ela olha para alguém que poderia fazê-lo. Se uma mulher não está recebendo a atenção que ela sente que merece em um relacionamento, ela pode ser tentada a procurar  a atenção em outro lugar e se envolver em um caso.

Solidão : Muitas mulheres ficam em relação porque ela se sente solitária. Isso é mais provável de acontecer quando a senhora é uma dona de casa e o marido está trabalhando no exterior ou o marido é um viciado em trabalho ou que está em turnê por pelo menos 15 dias em um mês. Em vez de procurar um passatempo produtivo para preencher seu tempo, ela compensa a negligência ou falta de atenção de seu homem com a atenção de um outro homem.

Vingança: Muitas mulheres traem porque querem vingar-se de seus maridos quando seu parceiro  traiu elas. Este tipo de ação a  faz correr para os braços de outro homem. Muitas mulheres vêem a traição uma forma de punir seu cônjuge,mesmo que isto não seja   uma justificativa para ter um caso extra-conjugal

Excitação: Várias mulheres se voltam para outros homens, quando seu relacionamento existente perdeu toda a emoção que costumava estar lá nas fases anteriores.Tédio também pode ser incluído no círculo de traição .


A falta de auto-estima: Quando a mulher sentir que ela não está recebendo a quantidade merecida de atenção e admiração de seu atual parceiro, ela se sente insegura e acaba traindo para reafirmar a si mesma que ainda é atraente e desejável.

Amor e Romance: Quando as mulheres não se sentem amadas, e se tornam ignoradas por seus parceiros, ela pode desviar sua conduta confiável. As mulheres olham para a segurança emocional e gostam de ser cortejadas  e namoradas diariamente. Então, quando ela é complementada por um outro homem que se sente atraído por essa pessoa também e tenta reacender o romance perdido em sua vida através de um caso. Se outro homem começa a mostrar cuidado e preocupação para com ela, isso fará com que eles venham se envolver em um caso fora do casamento,quebrando a aliança matrimonial.

Dinheiro e Poder: As mulheres tendem a se envolverem em casos extraconjugais com homens que ocupam posições de poder na sociedade e com dinheiro que estão dispostos a fornecer os bens materiais,  que ela sente que está faltando em sua vida.

 Monotonia e tédio na relação atual faz uma mulher encontrar uma solução em um novo parceiro.

A falta de entendimento e comunicação
Em suma,  as razões para tornar um relacionamento duradouro,é ser participativo,confessando a sua esposa ou ao seu esposo suas tentações,seus desejos sexuais,planos de carreira e vida no lar,enfim tudo oque for fazer tem que ser exposto de uma forma franca e verdadeira,para que não sejam tentados para que venham ser unificados pela verdade ,respeito e mutua compreensão de ambas as partes,quando há mentiras omissão creio eu que nenhuma pessoa suporta tal coisa. . Além disso, não vale a pena perder sua família ou  saúde conjugal por conta de  tal ato.Sejam verdadeiros,comunicativos e vivam harmoniosos como Deus os constituiu na iniciação da criação.

O casamento é um compromisso para a vida inteira.


Abaixo tem alguns exemplos que podem e vão ajuda-los no dia -a -dia,que Deus os abençoe em nome de Jesus


Provérbios 4:23 — As fontes da vida procedem do coração. Pecamos porque permitimo-nos pensar e falar sobre nosso desejo de pecar

Mateus 12:35-37 — A boca fala conforme a abundância do coração. Seremos justificados ou condenados pelas nossas palavras.


Na ausência de base Bíblica para o divórcio, os cristãos jamais devem fazer qualquer coisa que aparente justificar ou levar a separação ou divórcio. Em vez disso, devem deliberadamente expressar e promover o compromisso. "Eu realmente amo você. Quero tentar resolver nossos problemas, e quero que tenhamos um bom casamento."

Disponha-se a dialogar.

Algumas vezes um cônjuge fica com tanta raiva que se recusa a conversar. Alguns homens pensam que têm o direito de tomar decisão sem discussão.

O esposo deverá estar disposto a considerar os pontos de vista de sua esposa.

Efésios 5:25-33 — O esposo é cabeça como Jesus é cabeça da igreja. Mas Deus ouve nossos pedidos em oração (Filipenses 4:6).

Efésios 5:28-29 — O esposo deve amar sua esposa como ele ama ao seu próprio corpo, mas o corpo comunica suas necessidades à cabeça para que ela tome as decisões de acordo com o que é melhor.

Tiago 1:19 — Todo homem deverá ser pronto para ouvir, tardio para falar, tardio para irar-se.

1 Pedro 3:7 — O esposo tem que tratar sua esposa com compreensão. Mas, desde que os homens não são leitores de pensamentos, isto requer ouvir aos pontos de vista dela (veja Mateus 7:12).

Se o pecado está envolvido, ambas as partes têm que discutir.

Lucas 17:3-4 — Aquele que acredita que o outro pecou, deve repreendê-lo. Isto certamente se aplica no lar como em qualquer lugar (Levítico 19:17, 18; Mateus 18:15; Provérbios 27:5, 6).

Mateus 5:23-24 — Aquele que for acusado de pecado deve estar disposto a conversar para procurar reconciliação. Outra vez, isto seguramente se aplica no lar.

Observe que a pessoa que crê ter sido ultrajada e a pessoa que é acusada de fazer o mal estão, ambas, obrigadas a discutir o assunto. Se o conflito no lar deve ser resolvido, ele precisa começar pela discussão. "Calar a boca" não é uma opção.

Observe, contudo, que a "hora" adequada para discutir também é importante. Discutir na frente das crianças ou quando você estiver extremamente irritado pode não ser bom. Se for assim, não "cale a boca" somente. Em vez disso, concorde em discutir mais tarde o assunto, e acerte uma hora quando você o discutirá. Marque um encontro e cumpra-o!

(Mateus 18:15-17; Provérbios 10:17; Gálatas 6:1; Provérbios 13:18; 15:31, 32; 29:1; 25:12; 9:8; 12:1).

Falem para resolver o problema, não para ferir um ao outro.

Mateus 5:24 — A meta é reconciliar-se, não ferir as pessoas. Freqüentemente estamos querendo falar, mas somente com o propósito de impor nossa vontade. Procuramos conseguir uma vitória, provar que a outra pessoa está errada, etc. O propósito deverá ser encontrar uma solução nas Escrituras (Levítico 19:18).

Romanos 12:17,19-21 — Não retribua o mal com o mal, nem busque vingança, mas retribua o mal com o bem. Algumas vezes um casal começa a tentar resolver um problema, mas um insulta o outro, então o outro replica com outro insulto. Logo a meta se torna ver quem pode ferir mais a outra pessoa.

Muitas discussões terminam sendo brigas, porque deixamos que o problema se torne uma oportunidade para atacar um ao outro. Discuta o problema para resolvê-lo, não para ferir os sentimentos um do outro.

Quando apresentar um problema, introduza-o objetivamente e mantenha o foco sobre o problema específico. "Querida, há um problema sobre o qual precisamos conversar..." Não amplie o problema para atacar o caráter da outra pessoa. Evite dizer "Você é mesmo egoísta, isso é que é," ou "Por que você não pode ser como a esposa de Fulano"?

Ouça o ponto de vista de seu cônjuge.

Uma "discussão" exige que ambos ouçam e falem. Na prática, contudo, muitos cônjuges só querem expressar seus próprios pontos de vista.

Tiago 1:19 — Cada homem deve ser rápido no ouvir, tardio no falar, tardio em irar-se. Não entre na discussão achando que a outra pessoa não tem razões válidas para seu ponto de vista. Devemos ser rápidos no querer ouvir, e tardios para apresentar nossos pontos de vista, especialmente quando estamos irados.

Sugestão: Comece a discussão convidando seu cônjuge a explicar seu ponto de vista. Não comece atacando a posição que você acha que ele mantém e defendendo seu próprio ponto de vista. Comece fazendo perguntas destinadas honestamente a ajudar você a entender o que ele pensa. "Você poderia explicar-me porque você fez isso, desse modo...?" "Você não pensou em fazer assim?" Pode ser que ele tenha considerado sua ideia e tem alguns motivos válidos para preferir outra abordagem.

Não domine a discussão. Deixe a outra pessoa expressar seus pontos de vista. Você aprecia quando outros só atacam seus pontos de vista, mas recusam-se a ouvir o que você tem a dizer? "Ame a seu próximo como a si mesmo," e o trate como você gostaria de ser tratado (Mateus 7:12).

Examine honestamente a evidência.

João 7:24 — "Não julgueis segundo a aparência, e sim pela reta justiça."

Procure honestamente conhecer os fatos; talvez a outra pessoa não tenha feito o que você pensa que ela fez. Pergunte pelas razões pelas quais a outra pessoa mantém seu ponto de vista. Talvez ela tenha razões que você não considerou.

Só então apresente evidência para seu ponto de vista. Não faça ataques e acusações. Não salte para conclusões nem aponte motivos. Se você não tiver prova, faça perguntas. Não faça acusações a menos que tenha prova. Reconheça a obrigação de provar o que você diz ou então não o diga!

Mateus 18:16 — Pela boca de duas ou três testemunhas cada palavra pode ser estabelecida. (Atos 24:13). Não considere seu cônjuge culpado de mal feito enquanto a evidência não estiver clara. Não o condene na base de opinião ou de aparências inconsistentes, porque você não vai querer que ele o condene nessa base.

João 12:48; 2 Timóteo 3:16-17 — As Escrituras têm que nos guiar em matérias de certo e errado. Elas nos julgarão no último dia. Se há princípios bíblicos relativos ao assunto, os cônjuges devem estudá-los juntos.

Examine honestamente sua própria conduta, motivos, etc.

Considere honestamente a possibilidade de você estar errado, ou que você possa, ao menos, ter contribuído para o problema. Não encontre defeito apenas em seu cônjuge. Talvez você possa melhorar.

Gênesis 3:12-13 — Quando o primeiro casal pecou, Deus os confrontou. O homem culpou a mulher e a mulher culpou a serpente. Todos erraram, mas nenhum deles queria admitir seu erro. Isto é típico. Mesmo quando somos culpados, queremos que outros aguentem ou partilhem a culpa. "Olhe o que ele, ou ela, fez!"

Provérbios 28:13 — "O que encobre suas transgressões jamais prosperará; mas o que as confessa e deixa alcançará misericórdia." Se uma família tem problemas sérios, quase invariavelmente há pecado, mas o culpado, ou culpados, culpam outros, tentam justificar, etc. (2 Coríntios 13:5).

O orgulho evita que reconheçamos e admitamos nossa culpa. A maioria das pessoas, quando estuda um tópico como este, pode pensar em montes de pontos que se aplicam a seus cônjuges, e que tal você?

Honestidade e humildade levam-nos a buscar a verdade e a admitir quaisquer erros que tenhamos cometido. E lembre-se, mesmo se não estamos convencidos de ter causado um problema, o amor nos leva a querer envolver-nos e ajudar a resolvê-lo. (1 Tessalonicenses 5:21; Salmos 32:3, 5; Gálatas 6:1).

Seja paciente e domine seu temperamento.

1 Coríntios 13:4 — O amor é paciente. Ficamos facilmente irritados quando um assunto não é resolvido rapidamente. Resolver alguns problemas pode levar muito tempo, melhorando gradualmente. Não desista. Não espere que seu cônjuge mude da noite para o dia. Dê-lhe tempo (Romanos 2:7; Gálatas 6:7-9; 2 Tessalonicenses 3:5).

Provérbios 18:13 — Responder a um assunto antes que tenhamos ouvido completamente, é tolice. Às vezes estamos prontos para julgar um assunto antes que tenhamos meditado sobre ele do começo até o fim. Não tome decisões precipitadas.

Não pense que você pode chegar a uma decisão final na primeira vez em que um assunto aparece. Dê tempo a você e a seu cônjuge para pensar sobre o que foi discutido. Se sua discussão inicial não leva a uma solução, peça tempo para pensar sobre ela. Prometa discuti-la novamente mais tarde. É mais provável que você chegue a uma conclusão racional, e seu cônjuge saberá que você levou o assunto a sério.

Provérbios 15:1 — Uma resposta delicada afasta a ira, mas uma palavra áspera atiça a raiva. Não permita que seu temperamento faça você perder sua objetividade e recorra a ferir a outra pessoa. A raiva não é necessariamente pecaminosa, mas pode ser dominada, de modo a não nos levar ao pecado (Efésios 4:26; Tiago 1:19-20).


"Quando Eu oro algo vai acontecer"

Sem arrependimento,não haverá Avivamento

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