quarta-feira, 5 de março de 2014

Não se trata de ser careta, antiquado ou ultrapassado.



 Apenas desejamos que haja convicção do pecado e o arrependimento profundo nesses corações, sem o que tudo isto é apenas mudança “de religião”.

 Assim que, se alguém está em Cristo, nova criatura é; as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo.
E tudo isto provém de Deus, que nos reconciliou consigo mesmo por Jesus Cristo, e nos deu o ministério da reconciliação;
Isto é, Deus estava em Cristo reconciliando consigo o mundo, não lhes imputando os seus pecados; e pôs em nós a palavra da reconciliação.

2 Coríntios 5:17-19

Somente com conversões genuínas poderemos ver uma mudança de fato neste país. Diminuição do alcoolismo e outros vícios, aumento da escolaridade, fim das separações, diminuição da prostituição, do tráfico (de drogas, de influência e de pessoas), da corrupção e outros crimes, mais justiça social, melhor distribuição de renda, tudo isto seria muito bom, sem dúvida; melhor ainda seria ver os convertidos dando exemplo à população, a começar dos tais “famosos” - o que ainda não acontece, infelizmente, devido às muitas conversões nominais. Sem dúvida, há júbilo nos céus quando um pecador se arrepende. Um antigo hino (274) do saudoso Cantor Cristão diz: “Oh que belos hinos cantam lá nos céus, pois do mundo o filho mau voltou... é o santo coro, dando glória a Deus, por mais um remido entrar nos céus”. Devemos acolher com amor na família de Deus cada novo irmão em Cristo, dando-lhe todas as condições para que cresça no conhecimento do Senhor e Sua Palavra. Mas o que nos entristece é ver que muitas “conversões” são questionáveis, pois alguns dizem não se arrepender das obras más do passado, e outros continuam com os mesmos hábitos mundanos, mantendo as mesmas atitudes e atividades, incompatíveis com os valores cristãos.

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